SIGNOS, ZODÍACO E MEDITAÇÃO – SAGITÁRIO III

No signo de Escorpião, o EU egocêntrico foi reconhecido e colocado no seu devido lugar, para que não perturbasse o processo de desenvolvimento. O “EU menor” que anteriormente havia sido construído com tanto amor e dedicação, teve que ser desmantelado, solto e transformado. Para a consciência estreita do EU menor, é sempre difícil compreender que não é a única coisa importante e perfeita no mundo e que não pode viver eternamente. Deve perceber, a cada processo de transformação, que há algo ainda mais elevado a ser atingido no desenvolvimento, o que torna necessário abdicar de todos os mesquinhos desejos pessoais e esforços egocêntricos.

(…)

Após o Sagitariano ter-se liberto dos seus grilhões em Escorpião e ter-se tornado vitorioso sobre a natureza instintiva, pode aventurar-se agora livremente com o arco e a flecha pelo mundo, à procura de novas metas. O símbolo de Sagitário expressa isso muito bem: a flecha que aponta para o longínquo, para o distante, simboliza o futuro superior, a visão das coisas que estão por vir, a meta que se encontra no futuro distante e desconhecido.

O Sagitariano olha para o topo da vida e descreve, com grande entusiasmo, os seus objectivos e os seus ideais, bem como a sua visão das possibilidades mais elevadas que o espírito humano pode atingir. Por esse motivo, o Sagitariano pode tornar-se um mestre religioso, um filósofo, um sacerdote ou pregador itinerante. Ele coopera na criação de um mundo novo, espiritual, humanitário e ético ao qual pertencem o desenvolvimento e o enobrecimento do carácter humano. Embora esses ideais ainda não representem uma realidade completamente actual e, no momento, exista apenas um esboço, na mente, na previsão, ainda assim dão um novo significado a toda a vida, uma nova orientação, provocando desta maneira modificações nas outras formas de existência.

Louise Huber

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