janelas_dalma

Lua Cheia de Carneiro 2017

…Do Desejo de Felicidade que Sentimos na Infância

E, como a auto-evolução, a auto-cura e a expansão de consciência do Eu nos impele para derrubarmos as paredes que levantamos à nossa volta, numa falsa auto-defesa de resistência à mudança, que se torna inevitável com esta poderosa Lua Cheia. De facto, esta potente configuração convida-nos a reconhecermos e a aceitarmos o nosso Eu como um processo cósmico em constante mudança, ou não! Podemos sempre escolher a permanência cristalizadora, de um Ego fragilizado e enfraquecido, ou de um Ego exacerbadamente impermeável à Vida e aos outros.

janelas_dalmaLiberdade de escolha é ter consciência do sentido, do valor e do significado das diversas opções que se nos apresentam. Escolher evoluir, curar e expandir a consciência é dizer sim, a nós mesmos, à harmonia, ao equilíbrio, e a não sermos governados pelas opiniões alheias. A pessoa que quer estar empenhada em defender-se e proteger-se contra o exterior e continuar a sentir-se delimitada pelos padrões de comportamento formados na infância, dificilmente poderá ser ela mesma, honesta e realisticamente. Acreditar na defesa da nossa própria imagem através de máscaras e retratos ideais de nós mesmos, é pura ilusão. Daí, surge o medo de sermos reconhecidos pelos outros.

Daí, surge a não-entrega ao outro, a não-comunicação, a não-segurança, o não-amor e todos os problemas relacionais que a Lua Cheia de Carneiro vem evidenciar, numa luta mítica de velhos egos. No fundo sentimos medo de não termos valor/amor e de sermos rejeitados pelos outros. Esta atitude de abraçarmos os outros, a vida e projetos de valor, é o ponto fulcral de transmutação para uma sociedade sadia e sábia. Cabe a cada um esse poder de auto-exaltação do desejo de felicidade que sentimos na infância, e que agora o compreendemos intuitivamente de uma forma simples e alegre. 😉

Teremos sempre um longo caminho a percorrer na relação com os outros e com nós mesmos. Certas tomadas de consciência e certas experiências poderão ser dolorosas, pessoal e colectivamente, mas o pensamento criador renova todas a coisas e faz renascer a vontade de o dirigirmos para o bem, e para o melhor; para o desenvolvimento da Humanidade, e dessa forma cooperarmos com o progresso das matérias humanas.

É agora a altura de percepcionarmos de forma límpida as necessidades da Alma. Façamos um favor a nós mesmos e procuremos ser felizes!

Saudações d`Alma, no Doce Amor Divino!

Deixa a tua opinião. Bem-Hajas!